CIRURGIA DE GARGANTA

A indicação de uma cirurgia, em especial, quando para uma criança, gera uma série de dúvidas, e principalmente insegurança nos pais. Após a indicação cirúrgica, os responsáveis pelo paciente precisam levar a criança para realização de uma série de exames.

A avaliação pré-operatória se faz necessária para que tenhamos certeza de que o paciente se encontra em condições clínicas para a realização da cirurgia ou para que tomemos conhecimento de alterações da saúde que necessitem de cuidado especial antes ou durante o procedimento.

Embora a literatura médica oriente que crianças sem histórico de doença prévia, e em bom estado geral de saúde, não necessitem realizar uma avaliação com cardiologista ou mesmo radiografias de tórax, nós, da Sinus, temos o cuidado de solicitar uma avaliação detalhada da saúde da criança antes da cirurgia.

Lembre-se de que cada caso possui suas particularidade e que o médico que assiste à criança é quem melhor poderá indicar os exames necessários:

Hemograma completo – permite avaliar se a criança tem anemia, se a contagem de plaquetas, que auxiliam na contenção do sangramento está normal, e se o número e divisão percentual das células de defesa estão normais.

Coagulograma, TAP e PTT – permitem avaliar a qualidade da coagulação, necessária para controlar os sangramentos.

Bioquímica: glicose, sódio, potássio, creatinina, uréia – detecção de sinais de diabetes, alterações do metabolismo, assim como da função renal.

Radiografia de tórax – avaliar o estado de saúde dos pulmões

As cirurgias otorrinolaringológicas realizadas em crianças são, na maioria das vezes, realizadas na parte da manhã, uma vez que o período de jejum requerido para anestesia geral é de oito horas. As cirurgias otorrinolaringológicas realizadas em crianças são, na maioria das vezes, realizadas na parte da manhã, uma vez que o período de jejum requerido para anestesia geral é de oito horas.

A criança quando entra no centro cirúrgico é prontamente encaminhada para sala de cirurgia, sob o olhar atento da equipe de enfermagem, do cirurgião, do médico-auxiliar, do anestesista e da instrumentadora cirúrgica. A criança quando entra no centro cirúrgico é prontamente encaminhada para sala de cirurgia, sob o olhar atento da equipe de enfermagem, do cirurgião, do médico-auxiliar, do anestesista e da instrumentadora cirúrgica.

A criança chega ao quarto ainda bastante sonolenta, muitas vezes agitada. É comum ocorrer pequenos sangramentos, onde o sangue se encontra misturado com secreção nasal ou saliva, dependendo da cirurgia realizada. A criança chega ao quarto ainda bastante sonolenta, muitas vezes agitada. É comum ocorrer pequenos sangramentos, onde o sangue se encontra misturado com secreção nasal ou saliva, dependendo da cirurgia realizada.

O tempo de permanência no hospital após a cirurgia é variável de acordo com a complexidade de cada procedimento e rotina de cada médico. O tempo de permanência no hospital após a cirurgia é variável de acordo com a complexidade de cada procedimento e rotina de cada médico.

No momento da alta os responsáveis recebem as orientações sobre os cuidados no pós-operatório em casa. É entregue uma prescrição com os medicamentos necessários para o conforto e restabelecimento da criança.

É fornecida orientação quanto ao dia de retorno para revisão pós-operatória, assim como informe sobre resultado de exames que porventura tenham sido solicitados durante a cirurgia.

Cirurgia de amígdalas e adenóide

Alimentação: líquido-pastosa fria ou gelada nos três primeiros dias: sorvete batido, milk-shake, sopa fria, sucos de frutas não cítricas, mingau frio. No quarto dia alimentos mais consistentes, ainda frios ou mornos, como purê de batata, caldo de feijão, macarrão com molho de tomate, etc. No sétimo dia em diante alimentação normal, evitando ingerir alimentos que possuírem pontas que possam machucar, como certos biscoitos.
Cirurgia de amígdalas e adenóide.